28ª Taça Campina Grande de Handebol reúne equipes de seis estados a partir de 31 de outubro na Rainha da Borborema

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Foto: Rafael Costa
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Competição abrange categorias do mirim ao adulto e atrai delegações de 12 entidades esportivas para a Paraíba.

A 28ª edição da Taça Campina Grande de Handebol reunirá 55 equipes de seis estados brasileiros entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro de 2026, com jogos distribuídos entre a ESAC (Itararé) e o Parque da Liberdade, em Campina Grande (PB). O torneio, dividido em cinco categorias masculinas, mirim, infantil, cadete, juvenil e adulto, busca fomentar o esporte e movimentar a rede hoteleira e gastronômica local durante o feriado prolongado. O organizador da Taça Campina, Marco Valerio, contudo, relata que o evento ocorre sem apoio financeiro do poder público municipal.

Marco Valerio organizador da Taça Campina à esquerda – Foto: Rafael Costa

O Congresso Técnico da competição acontece nesta sexta-feira (23), às 19h, no Auditório da UFCG, para alinhar as diretrizes do campeonato após o encerramento das inscrições. O torneio conta com 12 entidades esportivas e delegações de cinco estados do Nordeste e um do Norte. A chegada das delegações e o início dos primeiros confrontos estão marcados para as 8h do dia 31 de outubro, com o encerramento previsto para as 17h do dia 2 de novembro.

Entre os participantes confirmados estão clubes da Paraíba, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Rio Grande do Norte, Sergipe e Acre. Mas apesar da consolidação do evento, que chega à sua 28ª edição, Marco Valerio cobra maior envolvimento institucional. Segundo o gestor, a competição impulsiona a economia de bares, restaurantes e hotéis da cidade, mas o suporte do município é escasso. “Nós não temos apoio das representações do nosso esporte. O apoio é mínimo do mínimo. Entidades de outros estados têm apoio 100% [de suas cidades], enquanto nossa cidade não dá apoio ao nosso evento”, afirmou Valerio em tom de desabafo.

O organizador também destacou o papel do handebol na saúde preventiva e a ausência de políticas públicas aliadas ao setor. “Os poderes públicos não dão valor ao esporte em todo o seu requisito. […] Por aí cai o índice de obesidade junto às crianças da faixa etária de 5 a 18 anos”, declarou Marco Valerio.

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